água vai (1)

"Nenhum Parlamento democrático devia poder retirar o direito de qualquer criança a formar a sua identidade num quadro familiar (biológico ou adoptivo) em que estejam presentes - bem presentes - as referências masculinas e femininas necessárias ao desenvolvimento harmonioso da sua personalidade.

(...)

E, já agora, que respostas poderão os membros de um casal de homens dar a uma miúda de dois, três ou mais anos, por eles adoptada, quando ela começar a fazer aquelas perguntas a que só uma mulher sabe responder? Infelizmente, como se vê, as cadeias partem sempre pelo elo mais fraco."

daqui.

Marinho Pinto tem uma ideia muito clara de parentalidade, com marcadas referências masculinas e femininas. o pai está lá para castigar, a mãe para mimar. é evidente que tudo o que escape a um lar abençoado por uma mãe histérica e emocionalmente instável e um pai austero, ausente e, se possível, alcoólico e violento, resultará em desvios à personalidade. 

publicado por Rui C Pinto às 19:24 | link | indultar